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Como é feita a pasta de tomate? Um guia de fabricação passo a passo.

Jul 10, 2026

Como é feita a pasta de tomate? Um guia de fabricação passo a passo.

Ao abrir um pacote ou lata de extrato de tomate rico e vibrante para dar um toque especial aos seus molhos de massa, guisados ​​ou sopas, você já parou para pensar na precisão industrial necessária para que ele chegue do campo à sua cozinha?

 

pasta de tomate comercial A produção não se resume a simplesmente esmagar tomates; é um processo científico altamente controlado, projetado para preservar o sabor, garantir a segurança alimentar e maximizar a vida útil do produto.

 

Neste guia completo de fabricação, detalhamos o fluxo de processamento industrial de pasta de tomate passo a passo, destacando os pontos críticos de controle de qualidade (PCCs) que garantem a excelência do produto pronto para o mercado.

Tomato Paste Production

 

Etapa 1: Aceitação de matérias-primas (CCP1)

A jornada começa no portão da fábrica. As matérias-primas (pasta de tomate a granel ou tomates frescos, dependendo da linha de produção) passam por uma inspeção rigorosa assim que chegam.

 

Ponto Crítico de Controle 1 (PCC1): Esta etapa inicial é um ponto crítico de controle onde as equipes de garantia da qualidade testam a acidez, os níveis Brix (teor de açúcar), a cor e a ausência de contaminantes ou metais pesados. Somente as matérias-primas que atendem aos rigorosos padrões regulatórios e internos são aceitas na linha de produção.

 

Etapa 2: Compatibilidade e formulação de ingredientes

Após a aprovação, a base de tomate cru segue para a área de preparação. Aqui, ocorre a seleção dos ingredientes. Com base na receita específica ou nas exigências do cliente (como o ajuste do teor de sal, reguladores de acidez ou concentrações específicas de Brix), as medidas precisas dos ingredientes são calculadas e preparadas para a mistura.

 

Etapa 3: Mexer e pré-aquecer

Para garantir uma mistura completamente homogênea, o lote passa por agitação intensa. Simultaneamente, a mistura é submetida a pré-aquecimento. O pré-aquecimento desempenha duas funções cruciais: desativa as enzimas naturais que, de outra forma, degradariam a pectina (destruindo a textura espessa da pasta) e reduz a viscosidade, preparando o produto para uma esterilização perfeita.

 

Etapa 4: Pré-esterilização (CCP2)

Antes de a pasta ser acondicionada em qualquer material de embalagem, ela deve ser isenta de potenciais riscos microbiológicos.

 

Ponto Crítico de Controle 2 (PCC2): O extrato de tomate passa por um sistema de pré-esterilização (normalmente um trocador de calor tubular ou de superfície raspada). O produto é mantido a uma temperatura elevada por um período preciso para eliminar bactérias e esporos patogênicos, preservando a cor vermelha intensa e o perfil nutricional do extrato.

 

Etapa 5: Aceitação da embalagem e pintura com código (CCP3)

Enquanto a pasta está sendo preparada, uma linha de produção paralela processa os materiais de embalagem.

 

Ponto Crítico de Controle 3 (PCC3): A aceitação de filmes e sachês vazios garante que todas as embalagens sejam completamente estéreis, isentas de defeitos e capazes de formar uma vedação hermética.

 

Após a liberação, a embalagem segue para a estação Spray Code, onde os números de lote, as datas de fabricação e as datas de validade são impressos de forma legível na película ou nos sachês.

 

Etapa 6: Enchimento e Pesagem

Os caminhos convergem na estação de envase. Em um ambiente rigorosamente higiênico, máquinas automatizadas executam o envase e a pesagem. A pasta de tomate esterilizada é injetada nos sachês ou embalagens previamente preparados, em quantidades precisas, para garantir a consistência e evitar desperdício de produto.

 

Etapa 7: Vedação (CCP4)

Ponto Crítico de Controle 4 (PCC4): Imediatamente após o envase, a embalagem passa pelo processo de selagem. Este é o último e extremamente importante Ponto Crítico de Controle. Uma selagem hermética e à prova de vazamentos é obrigatória para evitar qualquer recontaminação pós-processamento, garantindo que o produto permaneça comercialmente estéril durante toda a sua vida útil.

 

Etapa 8: Resfriamento e armazenamento naturais

Como a pasta é envasada em altas temperaturas, as embalagens seladas são transferidas para uma área de resfriamento natural. Permitir que o produto esfrie gradualmente evita a degradação térmica do material da embalagem e protege a qualidade da pasta. Após o resfriamento, os lotes são transferidos para armazéns de armazenamento temporário para verificação de qualidade.

 

Etapa 9: Inspeção final, embalagem, envio e aceitação da caixa

Antes de saírem da fábrica, os produtos acabados enfrentam um último obstáculo:

 

Inspeção, embalagem e envio: As equipes de controle de qualidade coletam amostras para testes físicos e microbiológicos finais. Após a aprovação, os sachês são embalados automaticamente em caixas de envio.

 

Aceitação da caixa: As caixas externas de papelão ondulado são inspecionadas quanto à durabilidade e à rotulagem adequada para garantir que possam suportar os rigores do transporte e da logística globais.

 

Por que escolher nossas soluções de pasta de tomate?

Compreender o meticuloso processo por trás da fabricação do extrato de tomate destaca a importância de escolher um fornecedor comprometido com a segurança e a consistência. Ao monitorar quatro Pontos Críticos de Controle (PCCs) distintos, nossa metodologia de processamento garante que cada lote ofereça textura premium, sabor rico e segurança alimentar intransigente.

 

Você está procurando um fornecedor confiável de pasta de tomate em grandes quantidades ou um parceiro para marca própria? Entre em contato conosco Entre em contato com nossa equipe hoje mesmo para obter especificações, orçamentos ou para saber mais sobre nossas capacidades de fabricação certificadas!

Bulk Tomato Paste

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